Gravidez aos 40

A sociedade passa hoje por transformações marcantes no que diz respeito às atitudes dos homens e das mulheres. Hoje em dia é muito comum os dois trabalharem e assumirem responsabilidades iguais. Cada vez mais as mulheres se preocupam com a realização profissional e consequentemente adiam tanto o casamento quanto os projetos de maternidade.

 

O melhor período para engravidar é entre os 19 e 29 anos, quando o corpo está mais preparado para a gestação e os riscos para a mãe e o bebê são menores.

 

O risco é maior a cada ano acima dos 35, isso porque a fertilidade geral da mulher decai. É comum ocorrer dificuldade em engravidar, principalmente após os 40 anos.

 

Todas as mulheres, independentemente da idade, devem procurar um médico ao decidir engravidar. É importante fazer alguns exames, corrigir hábitos inadequados como fumar ou beber e fazer um pré-natal corretamente.

 

A orientação não muda muito, apenas temos de explicar que os riscos são maiores. É preciso fazer um mapeamento de doenças para todas as mulheres, jovens ou não. Aquelas com aproximadamente 40 anos devem ficar atentas à pressão arterial, fazer avaliação para detectar problemas na tireoide e, durante a gestação, dar atenção dobrada ao ecocardiograma fetal e ao ultrassom morfológico, que detecta doenças genéticas.

 

Um grande avanço na medicina foi a Fertilização In-Vitro (técnica de reprodução medicamente assistida em ambiente laboratorial). Hoje é possível que mulheres na fase pré-menopausa ou menopausa recente consigam ter filhos através dos programas de doação de óvulos.

 

As mulheres com 37 anos ou mais apresentam uma chance maior de ter filhos com alterações genéticas, principalmente síndrome de Down. Esse risco se acentua muito após os 42 anos.

 

Todas as grávidas com mais de 37 anos devem ser orientadas sobre a possibilidade de se realizar uma biópsia de vilo corial para saber se existe alguma alteração cromossômica com seu bebê.

 

Apesar da gestação após os 40 anos ainda ser considerada de risco, o grande desenvolvimento da medicina nos últimos anos tem criado condições para que essas gestações sejam bem acompanhadas. Geralmente equipes compostas por obstetras, clínicos gerais e pediatras atuam em harmonia para dar mais segurança ao casal.

 

O mais importante é você conversar com o seu médico para estabelecer desde o início um acompanhamento adequado às suas condições.

Cada mulher tem seu histórico. O desenvolvimento da gravidez após os 40 anos será diferente de caso para caso.

Fontes: wikipedia.org / mulher.uol / guiadobebe

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Dicas – Esportes ideais para cada fase da criança

 

A saúde e o bem estar do bebê podem ser pensados ainda dentro do ventre da mamãe. Entre todos os cuidados que incluí a alimentação, o repouso, o acompanhamento médico, podemos também destacar o estímulo quando a criança ainda habita o ventre.

 

Após o nascimento da criança, uma educação para o desenvolvimento de hábitos saudáveis é imprescindível, e o esporte é um excelente aliado nessa decisão.

 

Quanto mais cedo o esporte for apresentado, mais fácil será a aceitação pela criança. Os pais devem oferecer o esporte como uma atividade lúdica e não como uma obrigação e com cobranças por resultados.

Algumas atividades físicas são indicadas para cada etapa do crescimento do pequeno.

É importante ressaltar que respeitar o estágio de desenvolvimento da criança de acordo com sua faixa etária é a melhor maneira de adaptá-los a determinadas atividades físicas.

Até o primeiro ano de vida, as atividades básicas, como engatinhar, primeiros passos, são importantes e devem ser estimulados, pois são leves e harmoniosas, levando-se em conta que o bebê ainda está em estágio inicial de crescimento.

1 a 6 anos – a natação é uma grande pedida; ajuda a trabalhar o sistema respiratório e a melhorar o desenvolvimento motor, o equilíbrio e a postura. Além disso, não há regras como na maioria dos esportes. É só pular na água e se divertir.

Mesmo não sendo um esporte, o subir e descer escadas é um bom exercício físico aos pequenos entre 1 a 6 anos. Também não se pode esquecer de atividades como andar de bicicleta ou triciclos e brincadeiras em parques como subir em escorregador e brinquedos que exijam pouco esforço. Porém atente-se aos riscos de possíveis quedas. Fique sempre de olho.

6 a 12 anos – esportes que envolvem técnicas e regras já se tornam interessantes a essa faixa etária. Nessa fase é interessante que as aptidões do filho sejam levadas em considerações.

Esportes como vôlei, futebol e basquete trabalham o aspecto psicológico, auxiliando a criança a trabalhar em equipe, conviver com diferentes tipos de personalidades, aprender a perder e ganhar.

O judô e o Karatê trabalham muito a disciplina. São esportes individuais e altamente técnicos. Nem sempre o mais forte vence. A concentração e a mentalização são importantes nessas modalidades. Essa disciplina pode trazer frutos na vida do menino ou menina.

Esses são apenas alguns exemplos de atividades que podem trazer benefícios ao longo do processo de desenvolvimento do seu filho. Procure apoia-lo e incentiva-lo a tornar essa pratica mais como diversão.

Hábitos saudáveis adquiridos desde cedo ajudam a criança a ter uma melhor qualidade de vida quando adulta, prevenindo possíveis doenças causadas pelo sedentarismo.

Pesquisa: guiadobebe

 

 

Berços

Um dos momentos mais importantes para uma mamãe ao se preparar para chegada do bebê é sem dúvida a escolha do berço.
“Local de Berço de alguma coisa ou pessoa indica que foi nesse local que nasceu ou apareceu essa alguma coisa ou pessoa. Por extensão, dá-se o nome de berço a outros espaços restritos e protegidos.”

Ao colocar seu bebê no berço, você imagina que ele está seguro, certo? Não é bem assim.

Você sabia que nem todos os berços são 100% seguros?

Em média, 26 crianças são levadas ao hospital todos os dias após sofrer acidentes com berço, Moisés e cercadinhos.

Os berços ainda não passam obrigatoriamente pelo controle do INMETRO, apenas os fabricantes que se voluntariam para a certificação podem, se estiverem de acordo com as normas do instituto, receber o selo.

Algumas características de segurança devem ser levadas em conta na hora de comprar o berço e não só a beleza e praticidade do móvel.

Para garantir a segurança da criança, a distância entre as barras laterais do berço deve variar entre 4,5 e 6 cm, no máximo e a altura das laterais do berço deve ter, no mínimo, 60 cm a partir do estrado na posição mais baixa. Essa medida deve ser ajustável, pois antes de completar 6 meses a criança já pode tentar ficar sentada, o que aumenta o risco de queda.

Pelo mesmo motivo, aconselha-se que o estrado também tenha altura regulável. À medida que o bebê for crescendo é necessário controlar a altura do colchão, se estiver muito alto ele pode escalar o berço pela grade e cair.

No que se refere ao colchão do berço outra providência importante a tomar é verificar a sua espessura, que teve ter até 12 cm.

O uso de um colchão firme e compatível com as dimensões do berço evita que o bebê prenda o dedo em pequenos vãos. Ele também não pode ser muito leve, para que a criança não consiga dobrá-lo, já que isso poderia aproximá-la do limite da grade.

Certifique-se de que o berço não possui entalhes ou relevos com mais de 0,5 cm de profundidade, bordas cortantes ou pontas agudas, e verifique com o fornecedor a qualidade da tinta, se é atóxica. Partes destacáveis também não são bem-vindas.

Se os berços possuírem rodinhas, é necessário manter o mecanismo de travas acionado logo após o deslocamento.

Cuidados minuciosos em relação à saúde e segurança dos pequenos nunca são demais. Atente-se sempre ao menor indício de risco.

Fonte: personalbebe  / coresdacasa

Saiba como lavar as roupinhas do bebê

Cuidar das roupas dos recém-nascidos é trabalhoso. A primeira sugestão dos pediatras é lavar todas as roupinhas antes do bebê vesti-las, inclusive fraldas, toalhas e lençóis.

Nada deve entrar em contato com a pele delicada do bebê antes de ser devidamente higienizado, isso porque mesmo as roupas novas podem estar com poeira, ácaros e fungos que afetam a saúde do recém-nascido.

Nada grave irá acontecer se o bebê usar uma roupinha sem lavagem prévia. Mas podem aparecer algumas irritações ou alergias na pele, causando desconforto.

A dica é que as mamães, mais ou menos no sétimo mês de gravidez, comecem a lavar todo o enxoval do bebê que está para chegar.

Dispense produtos químicos usados em roupas de adultos e até mesmo os produtos infantis, que devem ser utilizados somente a partir do quarto ou quinto mês, quando a pele do bebê fica mais resistente.

O mais recomendado é o sabão de coco ou neutro, que tem menos ácido e perfume na composição, portanto não causa alergia. Nada de amaciantes, alvejantes, sabão em pó comum ou removedor de manchas.

Não há nenhuma contraindicação em usar a máquina de lavar. Porém, para as peças mais delicadas, prefira a lavagem à mão. O mais importante é caprichar no enxague para que não fiquem vestígios do produto no tecido.

O processo de lavagem das roupas do recém-nascido é diferenciado, algumas mães preferem não juntar as roupas do recém-nascido com as do resto da família. Esse cuidado também ajuda a evitar que a sujeira da roupa dos adultos entre em contato com as peças do bebê.

É normal que as crianças se sujem muito nos primeiros meses e tem que trocar de roupas algumas vezes por dia, provavelmente o volume de roupinhas para lavar será grande.

Pequenos cuidados em relação à lavagem das roupinhas do seu bebê podem garantir maior conforto para a criança e a prevenção de eventuais problemas dermatológicos na pele ainda sensível.

Com muita atenção, amor e carinho, seu bebê estará sempre bem protegido.

 Fonte: guiadobebe

Quartos pequenos grandes dicas

A decoração de um quarto infantil é uma tarefa que vai além da estética, pois a criança precisa se sentir bem no quarto e precisa de espaço para brincar.

Se tratando dos pequenos apartamentos que vem sendo edificados atualmente, temos que dar importância a todos os detalhes e necessidades das crianças.

Escolha a cor das paredes:

Se você quer uma decoração que irá acompanhar toda infância do seu filho, use móveis neutros e decore apenas as paredes. Vale a pena investir em cores alegres, adesivos divertidos ou papel de parede decorado.

Como o quarto é pequeno não faz sentido pintar todas as paredes com a cor escolhida, o quarto irá parecer ainda menor. Pinte apenas uma parede e deixe o restante na cor branca.

Escolha a mobília:

 

Camas: bicamas permitem que as crianças e adolescentes recebam os amigos para dormir em casa. É uma boa opção para quartos compactos. Já as camas com gaveteiros possibilitam maior organização e economia de espaço.

Guarda-roupas: se tratando de ambientes reduzidos, um guarda roupa com portas de correr é sempre bem-vindo.

Organizando os brinquedos:

Geralmente quarto de criança tem brinquedos espalhados por todos os cantos. Para minimizar esse problema, incluir na decoração objetos que facilitem a organização ao término de cada brincadeira, como por exemplo, cestos, caixas, baús, nichos nas paredes, gavetões sob a cama entre outros, é sempre uma ótima solução.

Espelhos em acrílico:

Espelho:

Espelho é um coringa na arte de ampliar ambientes pequenos, mas se tratando de crianças temos que ter um cuidado especial.

Uma opção que o mercado oferece são os espelhos em acrílico, que possuem praticamente a mesma qualidade de reflexo de um espelho de vidro, com uma vantagem: em caso de queda ou se a criança bater com algum objeto, ele não se quebrará, evitando assim um acidente doméstico.

Essas dicas são bastante simples de concretizar em qualquer quarto de criança, o segredo está em saber dosar tudo na medida certa para que o quarto fique com a cara do seu filho e seja um ambiente prazeroso de se conviver.

Gestação – 10 dicas para cuidar da beleza para esse período

Beleza é um quesito importante para qualquer mulher, durante o período de gestação as mulheres devem tomar algumas medidas para continuarem ao mesmo tempo lindas e também garantir a saúde do seu bebê.

Confira algumas dicas para estar ainda mais bela, no período mais fantástico da sua vida.

Pintar o cabelo – a gestante pode usar tintura, desde que tome alguns cuidados. É importante evitar as tinturas no primeiro trimestre de gestação. Tente usar os bastões de retoque temporário. Caso você tenha optado pela cor loira, os reflexos dourados que normalmente não tocam no couro cabeludo também são seguros.

Alisar o cabelo – a gestante deve evitar este tipo de tratamento. Hoje, há uma infinidade de produtos para esta finalidade, que não tem seus componentes da fórmula verdadeiramente conhecidos. Além de tudo, a estrutura do cabelo muda bastante durante a gravidez e também no período do pós-parto, podendo trazer resultados indesejados ou desfavoráveis. É preferível optar pelas hidratações comuns e uso da escova e secador para pentear. É mais seguro.

Limpeza de pele – toda gestante pode fazer limpeza de pele sem nenhum problema. Apele da gestante tende manchar com mais facilidade e por isso deve-se ter um maior cuidado. Deve-se evitar usar produtos esfoliantes, contendo ácidos, pois a pele absorve. Também é importante aplicar filtro solar logo após a limpeza, pois a pele da mulher nesse período fica mais fina e com isso é maior a chance de aparecer manchas. Não pode usar qualquer tipo de máscara calmante, descongestionante ou secativa – pois podem conter substâncias não ideais para o bebê, como ácido salicílico, antibióticos, despigmentantes, etc.

Manchas na pele – durante a gravidez as manchas na pele são provocadas pelo grande aumento dos hormônios femininos e mantidas pelo calor e pelo sol. Por isso, é importante evitar o sol durante a gravidez. Além de aplicar muito filtro solar e usar somente cosméticos clareadores botânicos. Após a gravidez, pode-se tratar as manchas, mesmo durante a amamentação.

Estrias – o principal para evitar as estrias é manter o peso adequado durante toda a gravidez, não engordar repentinamente ou excessivamente. Se possível, fazer algum tipo de exercício apropriado e manter a pele hidratada, com sabonetes e cremes indicados por seu obstetra ou dermatologista. As estrias já presentes não alteram na gestação. Ali já houve ruptura das fibras e o local não será novamente afetado. Porém, elas podem funcionar como um alerta para a necessidade de maiores cuidados, pois indicam uma pele propensa a desenvolvê-las.

Varizes – evitar o ganho excessivo de peso, não permanecer longos períodos de pé ou sentada, procurar ter um período de repouso noturno de pelo menos 8h, fazer exercícios físicos como natação e hidroginástica. Evitar alguns exercícios de musculação que aumentem a pressão abdominal e membros inferiores, usar meias de compressão se forem indicadas por seu médico. O acompanhamento médico é indicado para as gestantes que já tem varizes.

Celulite – Manter uma rotina de exercícios físicos, dieta balanceada sem ganho excessivo de peso (o ideal é de 9 a 12 kg em uma gestação de feto único), evitar frituras, refrigerantes, alimentos gordurosos. Procurar ingerir fibras para manter o bom funcionamento do intestino e beber muito líquido, de maneira que a urina esteja sempre bem clarinha. Se for possível, fazer drenagem linfática com profissional especializado uma vez por semana e deixar a pele sempre hidratada. Hoje há inclusive bons produtos para uso tópico que podem ser usados por grávidas. Para quem já tem celulite, é indicado fazer a drenagem linfática duas vezes por semana.

Exercícios físicos – os mais indicados são os exercícios aeróbios (caminhada e natação), alongamento, yoga (direcionada), musculação e hidroginástica. O tipo de exercício, intensidade e volume pode variar muito, pois depende de: mês de gestação, histórico de atividade física da grávida, recomendações médicas, idade da gestante, tipo de gestação entre outros.

Cuidados com a pele – a gestante tem que usar muito filtro solar no rosto, para evitar o melasma e cremes com antioxidantes com vitamina C e E. No corpo, deve usar hidratantes que tenham óleos essenciais como de semente de uva, macadamia, óleo de oliva ou argan.  As áreas que merecem mais atenção com os hidratantes: barriga, seios, flancos, coxas e glúteos.

Dieta – durante a gravidez existe a necessidade de um adicional proteico para a síntese de tecidos maternal e fetal. Todas as vitaminas e minerais são importantes. Na gestação, devemos dar maior atenção ao ácido fólico, ácido ascórbico, cálcio, fósforo, ferro, zinco, cobre, sódio, magnésio, flúor, iodo e vitaminas B6, A, D, E e K. Para suprir as necessidades, é importante uma alimentação diversificada incluindo cereais, produtos integrais, oleaginosas, frutas, legumes, verduras, laticínios e carnes nas quantidades recomendadas. Os minerais e as vitaminas possuem funções específicas que garantem a saúde da mãe e o perfeito desenvolvimento fetal.

Fonte: gnt.globo.com/beleza